Fragmentados por quê? Porque eu nunca vou até o fim
terça-feira, 28 de abril de 2009
Eu não quero ser um estereótipo!
Eu não quero ser um estereótipo! Um tipo estéril. Que não gera nada além do que a fôrma o limitou. Embalagem e conteúdo que se confundem. Eu quero ser um imprevisto improvável.
Aqui os poemas são colhidos no começo do verão O ano começa e termina antes do carnaval chegar (E não adianta tentar se guardar) Vem junto com a dor nas costas e o nó Necessariamente nessa desordem
É perigoso Eu te falo de dor Você fala de gozo
Ai, é uma pena Você que acha belo Não sabe a dor deste poema. ... Ele faz filosofia Ele faz filosofia Vou tentar impressionar Com uma bela poesia Ah! Por que homem não entende O que está na entrelinha? ... Tá tão na cara A nossa tara?
PONTO FINAL Eu queria um cântico belo Mas enlagrimado o caderno Não aceita mais Nem da dor o contorno Sequer um pingo de ai ... O GRANDE POEMA ESVAI Versinhos legais Qualquer um faz Quero ver Quem dá mais ... Não quero um mundo de consenso bom senso insenso nos olhos
O cheiro do podre é que orna o quadro amargo e doce
O destro o direito antes fosse O que tinha no peito nem soube Confiou ao doutor ao mestre ao padre ao açougue
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